NOTICIAS – BARRA FUNDA

No metrô, peças de grife piratas
Lojas localizadas nas Estações Barra Funda, Sé e Luz vendem produtos até sem nota fiscal
09 de maio de 2011 | 0h 00
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Camilla Haddad – O Estado de S.Paulo
Conhecidas por serem vendidas em galerias do centro de São Paulo, as bolsas falsificadas que usam o nome de grifes famosas, como Victor Hugo e Louis Vuitton, foram parar nas lojas que funcionam nas estações do Metrô. Na semana passada, a reportagem flagrou as peças nas Estações Barra Funda (na zona oeste), Sé e Luz (no centro). A exposição dos produtos, porém, não é tão evidente. Nas vitrines ficam só as bolsas de fabricação própria. Já as peças pirateadas são escondidas em meio a mochilas e malas.

Paulo Pinto/AEBolsa falsificada comprada na Barra Funda
Procurada, a Companhia do Metropolitano (Metrô) informou em nota que “não autoriza” a comercialização de produtos que não tenham origem comprovada e essa restrição, dentre outras, consta dos termos contratuais e dos regulamentos da companhia. Procuradas, as grifes optaram por não falar – como foi o caso da Victor Hugo – ou não retornaram os telefonemas até as 20 horas de ontem.

Só que nem os relógios de modelos dourados e prateados da marca suíça Swatch escaparam. Eles também são oferecidos aos usuários que pegam metrô todos os dias na capital. Cada um deles custa, em média, de R$ 25 a R$ 250 – preço bem abaixo dos originais, que giram em torno de R$ 500 a R$ 600. Na semana passada a reportagem entrou em um estabelecimento que fica na Estação Barra Funda, na Linha 3-Vermelha, e comprou uma das bolsas da Victor Hugo. Ela custou R$ 20, enquanto uma oficial tem preços acima de R$ 1.500.

Segundo a dona da loja, para esse tipo de transação não são emitidas notas fiscais, a não ser para relógios, por causa da garantia. Na hora do pagamento, a mesma mulher ainda duvidou da nota de R$ 50 (cédula nova) entregue pela repórter. “Estamos avaliando bem porque já tem gente falsificando elas e as de R$ 100”, contou. Em apenas uma semana, a dona da loja diz ter vendido dez bolsas a preços populares.

Sem reparar. A dona de casa Selma Pinto afirma que costuma comprar nas lojas do metrô por conta dos bons preços. “Para falar a verdade, nunca reparei que essas bolsas eram vendidas aqui. Acho que tem em todo canto.”


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Metrô vira ”área de risco” com invasão de torcida em dia de jogo
Tumulto assusta os usuários e já há até quem pense em medidas polêmicas, como criação de um ”Choquinho”
07 de maio de 2011 | 0h 00
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Luísa Alcalde – O Estado de S.Paulo
Muitos passageiros do metrô viram praticamente reféns das torcidas organizadas de futebol em dias de clássico, como o que vai ocorrer amanhã na final do Campeonato Paulista. A Companhia do Metropolitano admite não ter equipe especializada em controle de distúrbios, como ocorre na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) desde 2009. Para o Metrô, o treinamento dado a seus agentes é suficiente para conter tumultos. “Torcedores pulam catraca, quebram vidro de vagão, entoam gritos de guerra, fumam, batem nas laterais dos trens e andam sem camisa, o que é proibido”, disse um agente de segurança do Metrô, que pediu anonimato, ao descrever a ação dos torcedores.

DivulgaçãoDominado. Torcedores do Santos na Estação Imigrantes
Na CPTM, uma equipe conhecida pelos funcionários como “Choquinho” foi treinada para conter multidões. Trabalha equipada com escudos, spray de pimenta, balas de borracha e coletes à prova de bala. Em dias de jogos, são elaboradas estratégias de acordo com os times, o número de torcedores e se irão ou não de trem para os estádios. Normalmente, são eles escoltados em pequenos grupos.

Agentes de segurança do Metrô e integrantes do Sindicato dos Metroviários são favoráveis à criação de uma equipe especializada. Mas a questão é polêmica. “Nem entro no trem quando há torcida. Eles pulam dentro do vagão, abaixam as calças e mostram nádegas na janela. Uma bagunça”, afirma a atendente de livraria Danielle Cristina, que usa a Estação Barra Funda.

No domingo de Páscoa, quando o Palmeiras enfrentou o Mirassol no Pacaembu, as vendedoras Cíntia de Souza e Dilma Gonçalves presenciaram um quebra-quebra promovido por torcedores na frente da loja Bia Semijoias, na Estação Barra Funda. “Morremos de medo de eles entrarem aqui e quebrarem a loja toda”, disse Cíntia.

“O Metrô nunca nos trouxe ocorrências de enfrentamento. A empresa só tem elogiado o comportamento das torcidas”, afirmou o promotor Thales Cézar de Oliveira, coordenador do Plano de Atuação Integrada (PAI) do Futebol, do Ministério Público Estadual. Para o presidente do Sindicato dos Metroviários, Altino de Melo, é preciso aumentar o número de seguranças.

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Grávidas aderem menos à vacinação contra gripe em SP
05 de maio de 2011 | 16h 25

SOLANGE SPIGLIATTI – Agência Estado
Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mostra que menos de 30% das grávidas aderiram à vacinação contra a gripe, iniciada no último dia 25 de abril. No total, já foram imunizadas 2,6 milhões de pessoas no Estado.

Desde o início da campanha, foram imunizadas 157,6 mil gestantes paulistas, o que representa 28% do total. No mesmo período receberam a vacina 1,9 milhão de idosos, o que representa adesão de 41,7%, e 388,9 mil crianças entre seis e 23 meses de vida, ou 43,1% desta faixa etária.

A campanha prossegue até o dia 13 de maio em todo o Estado e pretende imunizar 5,5 milhões de paulistas. Os postos de saúde abrem das 8 horas às 17 horas, de segunda-feira à sexta-feira. Na capital, as salas de vacina do Instituto Pasteur (Avenida Paulista, 393) e dos terminais rodoviários do Tietê e da Barra Funda mantêm plantões aos sábados e domingos, das 8 horas às 20 horas.


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Albert, o príncipe de Mônaco, faz tour por SP

Em sua 3ª vez na cidade para abrir mostra sobre a mãe, ele cumpriu agenda eclética
05 de maio de 2011 | 0h 00

Valéria França – O Estado de S.Paulo
Em sua terceira visita a São Paulo, Albert II, governante do Principado de Mônaco, adotou um tom informal. Ao contrário de sua passagem anterior, em 1998, quando esteve por aqui com pai, Rainier III, e mais 60 pessoas, anteontem ele desceu do avião acompanhado só do ajudante de ordem, coronel Philiponart.

Paulo Giandalia/AEHomenagem. O príncipe Albert na abertura da exposição sobre sua mãe, Grace Kelly: tom informal na passagem pela cidade
O monarca do segundo menor Estado do mundo – perde só para o Vaticano – veio à cidade para abrir ontem a mostra que reúne pertences de sua mãe, Grace Kelly. Ele e as irmãs, Caroline e Stephanie, ajudaram a selecionar os objetos da exposição Os Anos Grace Kelly, Princesa de Mônaco, no Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Álvares Penteado (Faap).

Sempre escoltado pela PF, o príncipe aproveitou a viagem para rever amigos e se divertir. Pouco ficou na suíte presidencial do Tivoli São Paulo Mofarrej, que ocupa o 22.º andar inteiro do prédio (750m² e com diária de R$ 26 mil), nos Jardins, e foi decorada com rosas colombianas de cor pastel – suas preferidas.

O primeiro compromisso foi um almoço com um amigo brasileiro com quem estudou em Harvard. Depois, eles seguiram para o Centro de Treinamento do São Paulo Futebol Clube, na Barra Funda. Ávido esportista e patrono de dois times de futebol em Mônaco, o príncipe queria conhecer um time local, e como o amigo torce para o São Paulo…

No CT, conversou em francês com alguns jogadores, como Luis Fabiano, Lucas e Fernandão. “Aqui é tão arborizado que nem parece que estamos na cidade de São Paulo”, disse, elogiando as instalações. Simpático e nada formal, abraçou o goleiro Rogério Ceni, que o presenteou com camisa do clube.

Dieta. Como em todo lugar por onde passou, também no CT ele se deparou com mesa de comida. “O príncipe está de regime, porque sua cintura está um pouco maior que a usual”, contou Bernard Barrandon, chanceler do Consulado de Mônaco em São Paulo, responsável por organizar a estadia real no Brasil. No CT, Albert só tomou água de coco. Depois, exercitou-se na Sociedade Harmonia de Tênis, nos Jardins.

O príncipe bem que tentou seguir uma dieta. No café da manhã, pediu sanduíches de frios leves – nada de presunto – e frutas tropicais. Não queria omelete nem salsicha. Mesmo assim, o hotel, na tentativa de agradar, incluiu as “extravagâncias” no cardápio.

Ontem, em visita oficial ao Palácio dos Bandeirantes, foi recebido pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB). Foram servidos pão de queijo e café e a conversa entre os dois foi sobre sustentabilidade. O monarca está levantando recursos para a Fundação Albert II, voltada ao meio ambiente.

Depois de meia hora, o príncipe seguiu para um almoço, com carne seca e outros pratos brasileiros preparados pelo banqueteiro Toninho Mariutti. À noite, ainda participou de um jantar na casa de Celita Procópio de Carvalho, presidente do Conselho Curador da Faap. E hoje, antes de embarcar para os Estados Unidos, terá mais um jantar, para 120 convidados, na mansão do banqueiro Joseph Safra. Dieta, só em Mônaco.

Serviço

OS ANOS DE GRACE KELLY, PRINCESA DE MÔNACO: FAAP: RUA ALAGOAS, 903 HIGIENÓPOLIS, TEL.: (11) 3662-7200, ATÉ 10 DE JULHO. GRÁTIS.

CRONOLOGIA

Outras visitas reais à capital

Abril de 1991
Charles e Diana

O príncipe e a então princesa de Gales passaram cinco dias no País. Em São Paulo, Diana visitou crianças da unidade de órfãos da Febem contaminados pelo HIV. Charles ainda retornou ao Brasil em 2002 e 2009.

Fevereiro de 2005
Felipe de Bourbon

O herdeiro do trono espanhol cumpriu agenda diplomática no País. Na capital paulista, o príncipe das Astúrias inaugurou o Fórum Instituto de Comércio Exterior da Espanha.

Junho de 2008
Príncipe Naruhito

O príncipe herdeiro do Japão veio ao Brasil por ocasião das comemorações do centenário da imigração japonesa. Na capital paulista, visitou o Pavilhão Japonês do Parque do Ibirapuera e assistiu a concerto da Osesp na Sala São Paulo.

Julho de 2010
Muna Al-Hussein

A princesa jordaniana veio participar da abertura de uma conferência da Organização Mundial da Saúde. Visitou o Hospital Sírio-Libanês.

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Falha faz passageiros descerem de vagão e atrasa circulação do Metrô em SP
Porta emperrou quando chegou à estação Tatuapé; trens ficaram parados por quase 15 minutos de manhã
03 de maio de 2011 | 10h 30

SÃO PAULO – O vagão de um trem apresentou problema na plataforma da estação Tatuapé da Linha 3-Vermelha do Metrô, na manhã desta terça-feira, 3, no sentido Palmeiras-Barra Funda. A falha, identificada as 7h40, obrigou os passageiros a deixar o carro e entrar em outro vagão do mesmo trem.

Equipes do Metrô estiveram no local para tentar fechar a porta que ficou emperrada, mas não tiveram sucesso. Com isso, os funcionários colocaram um “cinturão” na entrada do vagão com problema para impedir que passageiros de outras estações tentassem entrar no local. Um funcionários da companhia também ficou dentro do vagão.

O trem deixou a estação Tatuapé as 7h53 e depois de concluir o trecho da linha foi levado para manutenção.

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Parte lateral de palco cede e chuva atrapalha festas

02 de maio de 2011 | 0h 00
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Karina Trevizan – O Estado de S.Paulo
Prevista para terminar às 19h, a comemoração da Força Sindical pelo1º de Maio foi interrompida por volta das 14h30. Por causa da chuva e do vento forte, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros determinaram que a festa fosse cancelada.

O palco da Força Sindical foi montado na Avenida Marquês de São Vicente, na região da Barra Funda. Pela manhã, uma parte da estrutura lateral do palco, usada para fixar faixas, já havia cedido. Não houve feridos, mas a área foi isolada por motivos de segurança. Os toldos que faziam a cobertura do palco foram rompidos por causa da chuva. ”A chuva acabou com a festa”, lamentou o deputado Paulinho Pereira da Silva, presidente da Força.

O mau tempo também atrapalhou a festa da CUT, no Vale do Anhangabaú, Boa parte do público deixou a região para se esconder da chuva.

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